segunda-feira, 28 de janeiro de 2019


Bolsonaro e as milícias

Sem o trabalho do Coaf, já teríamos milicianos fazendo churrasco no Palácio
28.jan.2019 - Folha de São Paulo - Celso Rocha de Barros

A esta altura, é difícil não concluir que Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, é enrolado com milícias. O jornal O Globo descobriu que, quando o escândalo dos depósitos suspeitos veio à luz, Queiroz se escondeu na comunidade do Rio das Pedras, berço das milícias cariocas, onde sua família operaria um negócio de transporte alternativo (atividade tipicamente controlada por milicianos). A jornalista Malu Gaspar, da revista piauí, apurou que Queiroz foi colega de batalhão de Adriano da Nóbrega, foragido da polícia e acusado de liderar a milícia Escritório do Crime, sob o comando de um coronel envolvido com a máfia dos caça-níqueis (outra atividade típica de milícia). A polícia e o Ministério Público cariocas suspeitam que o Escritório do Crime matou Marielle Franco, a da placa que os bolsonaristas volta e meia rasgam às gargalhadas. Adriano da Nóbrega é foragido da polícia. E, antes que os bolsonaristas digam que não acreditam em polícia, Ministério Público ou imprensa que não entreviste Bolsonaro de joelhos, lembrem-se do que disse Flávio Bolsonaro, o zero-um: Fabrício Queiroz, segundo o filho do presidente da República, lhe indicou a mãe e a mulher de Adriano da Nóbrega para cargos de assessoria em seu gabinete. Repetindo: essa é a versão oficial, em que o único pecado da família presidencial foi amar demais o Queiroz.A versão oficial confessa, portanto, o seguinte: o presidente da República emprestou R$ 40 mil para um enrolado com milícias cuja filha, Nathalia Queiroz, era funcionária fantasma de seu gabinete. Sim, fantasma: Nathalia trabalhava como personal trainer no Rio de Janeiro enquanto seu ponto era assinado no gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro. O empréstimo foi pago pelo enrolado com milícias por meio de um depósito na conta da primeira-dama. Mesmo na versão oficial, é um PowerPoint do Dallagnol bem curto: três círculos, duas linhas, milícia-Queiroz-Bolsonaro. Com base só na versão oficial, portanto, pode-se dizer, sem medo de errar: se o Coaf não tivesse feito seu trabalho, já teríamos milicianos fazendo churrasco no Palácio da Alvorada, brindando com os generais, escolhendo Moro para zagueiro do time na pelada. Se essa é a versão oficial, imagine o que deve ser a versão verdadeira. Temos algumas pistas.  A família Bolsonaro já defendeu as milícias publicamente repetidas vezes. E conhecia muito bem Adriano da Nóbrega muito antes da suposta indicação de Queiroz. Jair Bolsonaro defendeu o sujeito no plenário da Câmara já em 2005. Flávio Bolsonaro foi mais longe: já homenageou o suposto líder do Escritório do Crime na Assembleia Legislativa duas vezes, nas duas ocasiões elogiando-o com entusiasmo. Concedeu-lhe a Medalha Tiradentes, maior honraria oferecida pelo legislativo estadual fluminense. Na ocasião, Nóbrega estava preso por assassinato. Recebeu a medalha na cadeia. Vamos ver se novas pistas aparecem. Mas o quadro já é bem feio. É como disse na última coluna antes das eleições: Bolsonaro é o herdeiro ideológico da facção das Forças Armadas ligada aos torturadores, que não aceitou a abertura democrática e partiu para o crime: esquadrão da morte, garimpo, jogo do bicho. É a mesma linhagem que nos deu as milícias. Essa herança agora ronda o Planalto.

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CORRUPÇÃO X EXECUÇÃO.
O NOVO MODELO DE GOVERNO PARA O BRASIL



Primeiro foram os 48 depósitos em dinheiro vivo. Depois apareceram os R$ 7 milhões na conta do motorista. Era difícil imaginar outra notícia capaz de piorar a situação de Flávio Bolsonaro. Aí veio a Operação Os Intocáveis.
Como deputado estadual, Flávio propôs uma moção de louvor ao miliciano por sua “dedicação, brilhantismo e galhardia”. “É com sentimento de orgulho e satisfação que presto esta homenagem”, escreveu. Dois anos depois, ele premiou o ex-PM com a Medalha Tiradentes, a maior honraria do Estado.

O reconhecimento não se limitou às palavras. O filho do presidente também empregou a mãe e a mulher do foragido em seu gabinete. As duas ficaram penduradas até dezembro.

A simpatia da família Bolsonaro pelas milícias já era conhecida. Pai e filho usaram seus mandatos para defender os grupos paramilitares. “Não se pode simplesmente estigmatizar as milícias”, discursou Flávio, em 2007. “Naquela região onde a milícia é paga, não tem violência”, elogiou Jair, em 2018.

É cada vez mais barulhento o silêncio de SERGIO MORO sobre as suspeitas que envolvem o filho do chefe.



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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

TST/ECT CONTRA OS TRABALHADORES ECETISTAS: O JOGO JÁ COMEÇOU!
         O TST ao enviar uma proposta que trata sobre pagamento de mensalidade e aumento da coparticipação dos trabalhadores ecetistas a ANS (Agencia Nacional de Saúde) dá início ao jogo sujo da ECT que se utiliza todo ano desta instituição para dar um xeque mate nas reinvindicações da categoria.
Nosso plano de saúde foi uma conquista das lutas da década de 80 e vinha cumprindo o seu papel através do CORREIO SAUDE administrado pelo RH da empresa. Com a sua extinção, criou-se uma caixa de assistência denominada POSTAL SAÚDE cuja finalidade é atender as necessidades do processo de privatização em curso. E não é por outra razão que o jogo de cartas marcadas se faz presente: ECT/TST se articula para que a categoria ecetista pague mensalidades no plano de saúde.
        Nesse sentido nosso empenho para que efetivamente faça valer os nossos direitos conquistados é de fundamental importância. E você, com toda a certeza é parte deste jogo. Faça a sua parte: lute contra estas cobranças absurdas e autoritárias.
         
ELEIÇÕES DE REPRESENTANTES SINDICAIS JÁ!!!

          Um fato inédito: pela 1ª vez teremos uma Campanha Salarial sem a participação de Representantes (Delegados) Sindicais. Isto se deve ao fato de ter expirado o período em que companheiros (as) tinham garantido os seus respectivos mandados. O sindicato que se encontra desde abril “sob nova direção”, até o presente momento não instaurou o processo eleitoral o que já deveria ter sido feito.
         Nós do MRL (MOVIMENTO DE RESISTENCIA E LUTA) achamos que é de vital importância no processo de organização e mobilização dos trabalhadores a participação dos representantes de base, pois é através desta militância como também de cipeiros que uma diretoria sindical se faz presente no local de trabalho.
Um Conselho de Representantes Sindicais plural e forte torna uma categoria mais dinâmica, conscientizada e na luta por seus direitos.
Cabe a direção do Sindicato cumprir seu papel institucional respeitando o Estatuto vigente.


PARA SAIR DO “VERMELHO”, ECT ENCONTRA A SOLUÇÃO: PENALIZAR O TRABALHADOR

O presidente da empresa Sr Guilherme Campos vem se utilizando da mídia com entrevistas escandalosas afirmando que a empresa a cada ano acumula prejuízos. A FENTECT contratou uma empresa de consultoria que contesta veementemente estes prejuízos alardeado aos quatro cantos por Guilherme Campos. Nas suas aparições em tv, vazamento de documentos da empresa e entrevistas, instala o caos e coloca como alternativa para sair da “crise financeira”, a retirada de ganhos e direitos históricos da categoria conquistados com muita luta e demissões. Se não bastasse a saída de companheiros (as) através de PDI (A) e a não reposição de mão de obra, Guilherme Campos quer rebaixar vários benefícios fazendo chegar ao que consta na CLT. Quer penalizar os trabalhadores, mas não retira um centavo do que ganha de salario como também, dos seus 8 vice-presidentes que somados chega a uma bagatela de R$ 4.511.058,96 (quatro milhões quinhentos e onze mil cinquenta oito reais e noventa e seis centavos) por um período de 12 meses de salário. Ao invés de atacar os trabalhadores, esses sanguessugas deveriam cortar seus privilégios e gordos salários, muitas vezes inflados por portarias e jetons. 
Deveriam abrir a caixa preta das contas da empresa e usar adequadamente o rio de dinheiro que sai para tudo, menos para levantar a empresa. Patrocínios, consultorias milionárias, investimentos escusos e todo tipo de ação temerária. Chega de perversidades. 


                   FORA Guilherme Campos! FORA Kassab! FORA TEMER GOLPISTA!  

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

O Globo - Elio Gaspari 26/10/2016

Assim, acabam absolvendo Lula

Nosso Guia é ‘amigo’ de Odebrecht, mas daí a dizer-se que ele é o ‘amigo’ da planilha vai enorme distância

O conjunto de investigações que é associado genérica e impropriamente à Operação Lava-Jato está se transformando num parque de diversões. Há um magistrado que já apelidaram de Walt Disney, assim há procuradores e policiais que caçam holofotes. É compreensível que isso aconteça, sobretudo quando, de uma hora para outra, aparece um empreiteiro presenteando a mulher de um governador com brilhantes da Van Cleef.
O delegado federal Filipe Hille Pace, que investiga traficâncias do ex-ministro Antonio Palocci com a empreiteira Odebrecht, revelou sua suspeita de que Lula seja o “amigo” que recebia dinheiro da empreiteira. Fez isso na linguagem contorcida de quem diz, mas não afirma. A ele:
“Muito embora haja respaldo probatório e coerência investigativa em se considerar que o ‘amigo’ das planilhas (...) faça referência a Luiz Inácio Lula da Silva, a apuração de responsabilidade criminal do ex-presidente da República não compete ao núcleo investigativo do GT Lava-Jato do qual esta Autoridade Policial faz parte.”
O “respaldo probatório” conhecido está em várias referências a Lula, sempre mencionado como amigo de Emílio Odebrecht. Sendo ele amigo do dono da empresa, seria ele o “amigo” que recebeu R$ 8 milhões. Lula e a Odebrecht têm muitos amigos, mas essa cova é curta. O próprio delegado ressalvou que “a apuração da responsabilidade criminal do ex-presidente da República não compete ao núcleo investigativo” do qual faz parte. Sendo assim, foi despropositada a inexorável e deliberada publicidade obtida pela divulgação de sua suspeita. Se o assunto não é da sua alçada, teria feito melhor mantivesse o caso nos canais investigativos da corporação.
Como Lula afirma que nunca soube de nada, não é dono do apartamento do Guarujá e nada tem a ver com o sítio de Atibaia, se amanhã alguém disser que ele estava no depósito de livros de Dallas na manhã na manhã de 22 de novembro de 1963, haverá quem acredite que, finalmente, se descobriu quem matou John Kennedy.
Contam-se em muitos milhares as pessoas que desejam ver Lula preso. Tamanha é essa esperança que na semana passada, quando a Polícia Federal vagou três celas na carceragem de Curitiba e ocupou uma com Eduardo Cunha, muita gente boa acreditou que as outras duas estavam reservada para Lula e seu escudeiro Paulo Okamoto. Informados de que o carro da Federal viria buscá-lo, petistas já madrugaram na porta de seu edifício.
Admita-se que resolvam prender Lula porque, de acordo com os documentos conhecidos, ele seria o “amigo” que recebeu R$ 8 milhões da Odebrecht. Nesse caso, os trabalhos seriam dois: primeiro, prendê-lo, em seguida, soltá-lo. Em março, o ex-presidente foi conduzido coercitivamente a uma delegacia. O balanço do episódio foi a sua martirização, papel em que há 40 anos ele se sente bem.
Repetiu-se a dose em setembro, quando o Ministério Público fez um teatrinho infantil, apresentando-o como cabeça da hidra da roubalheira. Num gráfico de PowerPoint, nem do português cuidaram, mencionando uma “propinocracia”. Essa espetacularização foi criticada pelo próprio ministro Teori Zavascki. Na ocasião, o relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal cobrou respeito à “seriedade que se exige na apuração desses fatos”.

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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Eremildo, o idiota, vai pedir a Temer e ministros que devolvam aposentadoria
09/10/2016  Folha de São Paulo
Eremildo é um idiota e nunca poderá se aposentar, pois jamais trabalhou. Defensor da reforma da Previdência, ele vai a Brasília para visitar o triunvirato que comanda as discussões para a reforma da Previdência.
Conversará com o presidente Michel Temer, com o chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e com o secretário de governo, Geddel Vieira Lima. Todos defendem a necessária elevação para 65 anos da idade mínima dos trabalhadores em busca da aposentadoria.
Temer aposentou-se em 1996, aos 55 anos. Em maio passado, ele recebeu R$ 30.613 como procurador inativo do governo de São Paulo. Como presidente ativo da República, recebe R$ 27.841.
O doutor Geddel aposentou-se em 2011, aos 51 anos. Recebe R$ 20.354 como inativo e R$ 30.934 como ministro. Eliseu Padilha aposentou-se aos 53 anos e está na base da pirâmide dos aposentados do Planalto, com R$ 19.389 mensais.
Eremildo pedirá aos triúnviros da reforma da Previdência dos outros que devolvam à Viúva o que ela lhes paga como servidores aposentados.
-Justiça arquiva investigação sobre Tião Viana; outros casos virão
Há um ano, a situação do governador do Acre, Tião Viana (PT), era considerada desesperadora. Ele era acusado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa de ter recebido R$ 300 mil na sua campanha eleitoral, doados por uma fornecedora atraída pelo magnetismo de propinas da estatal.
A doação, encaminhada pela direção do PT, respeitou as exigências da lei e foi declarada à Justiça Eleitoral. A defesa de Viana argumentou que ele nada teve a ver com a história.
Os argumentos da defesa foram aceitos pela procuradora Ela Wiecko, que recomendou o arquivamento do caso. Seu sucessor confirmou a decisão. Na semana passada, o caso foi julgado pelos quinze ministros do pleno da Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça e, por unanimidade, mandado ao arquivo.
Outros casos virão.
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terça-feira, 20 de setembro de 2016



Letargia incompreensível

Está praticamente afastada, segundo se noticia, a possibilidade de que o Tribunal Superior Eleitoral julgue ainda neste ano a ação em que se questionam as contas de campanha da chapa Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB) na disputa presidencial de 2014.
Como informou o presidente da corte, ministro Gilmar Mendes, novos documentos e testemunhos terão de ser levados em consideração, com o que uma decisão definitiva viria apenas em 2017.
Se confirmado, esse atraso será tudo menos compreensível.
Não surgiram ontem as suspeitas de irregularidades envolvendo doações eleitorais. Tampouco são recentes as acusações dirigidas à campanha da chapa vencedora no último pleito nacional. Há muito, como se sabe, PT e PMDB têm sido citados como beneficiários de dinheiro desviado no escândalo investigado pela Lava Jato.
Como se tais circunstâncias já não fossem suficientes para suscitar máximo empenho por parte das autoridades do TSE, a elas se soma uma determinação constitucional da maior importância.
Pela Carta de 1988, se por qualquer motivo ficarem vagos os cargos de presidente e vice antes do prazo, haverá eleição direta para escolha do sucessor apenas se eles não tiverem passado da metade do mandato. Caso a dupla vacância ocorra nos dois últimos anos de governo, a votação será indireta, realizada só pelos parlamentares.
Não se sabe, naturalmente, qual será o resultado do julgamento pelo TSE. É possível que os ministros dessa corte considerem insuficientes as provas reunidas no processo e decidam pela absolvição.
O caso ainda se complica pelo impeachment de Dilma. Abrem-se insólitas polêmicas jurídicas, havendo quem questione se as supostas irregularidades nas contas do PT podem ser invocadas também contra o agora presidente Temer.
Na hipótese, porém, de o TSE concluir pela cassação do mandato, cabe perguntar: o país aceitará reviver eleição indireta? Os ministros da corte eleitoral conseguirão dissociar seu julgamento jurídico da perspectiva de turbulência social?
Sendo lícito responder negativamente às duas questões, a elas se acrescenta outra, apenas retórica: a quem interessa deixar para 2017 o julgamento no TSE?
A ação estendeu-se por tempo demais. Seu desfecho, que meses atrás talvez guardasse a melhor solução para a crise política, a esta altura pode surgir como novo complicador; ainda assim, é imperioso que venha logo.


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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Denúncia contra Lula na Lava Jato usa dados de delação cancelada
Folha de S.Paulo 18/09/2016
A denúncia da força-tarefa da Operação Lava Jato contra o ex-presidente Lula, apresentada na última quarta (14), contém uma informação que só aparece no esboço da delação premiada do empresário Léo Pinheiro, que foi recusada pela Procuradoria-Geral da República.
Foi Pinheiro, sócio da OAS, quem disse que a empreiteira descontava os repasses que fez para o apartamento tríplex do Guarujá de uma espécie de conta-corrente que a empresa mantinha com o PT, usada para pagar propina da Petrobras.
No documento que fez para negociar o acordo de delação premiada, Pinheiro, sócio da OAS que já foi condenado a 16 anos de prisão, dizia: "Ficou acertado com [João] Vaccari que esse apartamento seria abatido dos créditos que o PT tinha a receber por conta de propinas em obras da OAS na Petrobras".
Um esboço do documento foi divulgado pela revista "Veja" em agosto.
Resposta
Os procuradores da Lava Jato em Curitiba não quiseram comentar qual a fonte da acusação segunda a qual a propina de Lula era descontada.
A reportagem enviou mensagens para Deltan Dallagnol e Roberson Pozzobon, mas não obteve respostas.
A assessoria de imprensa do Ministério Público Federal afirmou que os procuradores não atenderam jornalistas nesta semana e não abririam uma exceção à reportagem.
A defesa do ex-presidente Lula diz que não há prova alguma de que ele tenha sido beneficiado por desvios da Petrobras.
Os advogados também negam que o tríplex seja ou tenha sido do ex-presidente.

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