quinta-feira, 3 de outubro de 2013





Nota pública da Comissão Executiva Estadual do PT

Os acontecimentos do último sábado, dia 28 de setembro, quando o movimento dos profissionais da educação, em ocupação da câmara municipal contra a proposta de plano de carreira apresentada pelo governo municipal e pedindo a reabertura das negociações, foi brutalmente reprimido pela polícia militar, são chocantes e merecem o nosso repúdio. A barbárie é agravada pela completa ilegalidade da ação, já que a desocupação violenta foi realizada após as 18h, sem um mandado ou o mínimo amparo legal e em pleno final de semana. Não bastasse o arbítrio da violência, configurou-se uma situação esdrúxula onde a PM apresenta-se como uma instituição acima da lei, espancando manifestantes, parlamentares e quem mais ousasse atravessar o caminho, inclusive obstruindo a passagem nas ruas ao redor da Câmara de Vereadores.

Nós, do Partido dos Trabalhadores, sempre defendemos o diálogo democrático e a negociação entre governos e movimentos. A palavra não pode ser substituída pelo cassetete, ação típica de regimes de exceção. As cenas de sábado somam-se ao sem número de ações violentas da PM no último período, como a chacina da Maré, o “desaparecimento” do pedreiro Amarildo e a repressão aos manifestantes nos vários atos públicos que ocorreram desde junho.

Consideramos também que as ações da PM não podem ser desvinculadas de uma opção do governo do estado, e nesse sentido, responsabilizamos não só o comando da Polícia Militar, mas também o secretário estadual de segurança José Beltrame, o governador Sergio Cabral e o prefeito Eduardo Paes pela violência com que trabalhadores e trabalhadoras foram tratados.

Reconhecemos a legitimidade da greve dos profissionais da educação, e reafirmamos que, frente à mobilização do povo, a resposta dos governos deve ser a negociação, o respeito e a radicalização da participação popular, contribuindo para alargar os limites e aperfeiçoar a democracia. Neste sentido, o PT-RJ defende a apuração imediata das arbitrariedades e punição aos responsáveis, assim como a retirada da pauta do projeto de plano de carreira e reabertura imediata das negociações com o sindicato da categoria, além do óbvio respeito ao direito de ir e vir das pessoas. A justiça social e a democracia não se constroem com autoritarismo, truculência e arbítrio.

Comissão Executiva Estadual
Partido dos Trabalhadores
Rio de Janeiro, 30 de setembro de 2013.
Rio de Janeiro, 01 de outubro de 2013.
Hoje o Rio de Janeiro acordou sitiado.
Os Professores que lutam na defesa da sua carreira, da sua dignidade e, sobretudo, pela qualidade
da Educação Pública que é oferecida nas nossas Escolas, contra eles, o poder executivo se utilizou
de um expediente conhecido pela nossa militância há algum tempo: A repressão policial.
Avenidas inteiras interditadas, grades cercavam o Palácio Pedro Ernesto, e um contingente
absurdo utilizado nas mais sangrentas das operações policiais estava à disposição para impedir
que povo tivesse acesso ao seu direito constitucional de acompanhar o trabalho parlamentar na
Câmara Municipal. Em quais momentos da história isso ocorreu antes? Será que qualquer
semelhança com as privatizações das Teles, das siderúrgicas e da Vale, por exemplo, é mera
coincidência, companheiros? E pra quê? a serviço de quem todo este aparato?
A categoria dos educadores do município, inclusive e sobretudo a ala da CNTE/CUT, recusaram a
proposta do Plano de Carreira apresentado pelo Governo Municipal, que, pasmem, institui
inclusive a demissão voluntária! E o governo resolve passar literalmente na marra a sua proposta,
sem nenhum diálogo concreto sobre o assunto. E onde o Partido dos Trabalhadores se insere
nesta dinâmica?
Temos teoricamente 4 vereadores – Reimont, Elton Babu, Marcelo Arar e Edson Zanatta, porém
apenas o primeiro efetuou algum tipo de diálogo com a categoria. Sempre foi dever do
parlamentar do Partido dos Trabalhadores estar atuante na defesa da Educação e dos direitos da
Classe Trabalhadora. E onde estavam os nossos outros 3 parlamentares?
Neste momento a coisa fica mais alarmante para nós que militamos no interior do PT pois não
vimos em nenhum momento o Partido convocar a sua bancada para o diálogo com o Setorial de
Educação! Não percebemos das Executivas e dos Diretórios Municipal e Estadual nenhuma
disposição em debater um tema de tamanha relevância na nossa sociedade para tirar um
posicionamento uno, coeso e coerente, orientando a luz das nossas experiências político-sociais a
bancada que deve (ou deveria...) nos representar.
O resultado disso é que nesta votação 3 dos 4 vereadores, Marcelo Arar, Zanata e Elton Babu
votam com a proposta esdrúxula apresenta pelo Executivo Municipal. Estamos na contramão da
nossa história.
Dizem os mais próximos que nos seus últimos dias de vida o companheiro Gushiken pedia para
“cuidarmos com carinho do PT”. Será que desta forma estamos cuidando com carinho do nosso
Partido dos Trabalhadores? É PRECISO MUITO MAIS DO QUE UMA NOTA! Fica a reflexão! Com a palavra vereadores, Diretórios e Executivas Municipal e Estadual.
Assinam:
Ronald Luiz dos Santos “Sorriso” – 2º Vice-Presidente da UNE
Duda Quiroga – Professora de Educação Infantil SME-RJ – CNTE
 Jadir Baptista de Araújo – Coordenador do Setor Naval CUT/RJ
Darby Igayara – Presidente da CUT/RJ
Ricardo Taylor – Assessor Político da Presidência da CUT/RJ
José Antônio Garcia Lima – CUT/RJ
Sérgio Gianetto – Presidente do Sindicato dos Portuários do Rio de Janeiro
Almir Aguiar – Presidente do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro
Cláudio Vigilante – Presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói
Luiz Antônio – Coordenador Geral do SINTTEL
Luiz Antônio Buka – Estivador – CUT/RJ
Oswaldo Teles – CONTEE
Bepe Damasco – Jornalista CUT/RJ
Rita Mota – Bancária – Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro
Rodrigo Concli – Bancário – Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro
Cintia Rodrigues – Cientista Social
Wilson Machado – Estudante da Universidade Estácio de Sá
Rodrigo Nogueira – Militante do Paratodos – UNE
Lucas Borges “LC” – Diretor Executivo da UEE-RJ
Raphael Ruvenal – Estudante da Universidade Gama Filho
Raoni Roque – Coordenador Geral do DCE UERJ
Rafael Amorim “Rosinha” – Conselheiro Universitário da UERJ
Glauco Bressan – Estudante de Engenharia – DCE UERJ
Leandro Oliveira – Estudante de História da Universidade Gama Filho
Fernando Paiva – Estudante de Engenharia – DCE UERJ
Phelipe Carvalho – Estudante de Pedagogia – CAPF/UERJ
Jefferson “Preto” – Estudante de Pedagogia da UERJ
Mônica Andrade Paiva – Estudante de Pedagogia da UERJ
Stéphanie Rodrigues – Presidenta do DACL UFF
Paulo Victor Bento Honório – Conselheiro Universitário da UFF
Antônio Garrido – Estudante de Letras da UFF
Lucas Coelho – Professor da Rede Municipal de Belford Roxo
Sérgio Henrique – Estudante Estatística – DCE UERJ
Ursula Oliveira – DCE UFF
Bruno Marques Ribeiro – Secretário Geral do CAArq-UFF
Assine mandando um e-mail para assine@googlegroups.com

Rio 01/10/2013
 
Com selvageria e "estado de sítio", governo do estado e prefeitura declaram guerra aos profissionais da educação

O Estado Democrático de Direito vem sendo flagrantemente violado pela ação da Polícia Militar na Câmara dos Vereadores do Rio. Depois de ter arrombado o portão da sede do Poder Legislativo na noite de sábado e retirado os professores na base de socos, pontapés e gás de pimenta, sem mandado de reintegração de posse, nesta segunda-feira (30), a PM se superou em termos de truculência.
Simplesmente partiu para a agressão gratuita e generalizada contra tudo e contra todos, jogando bombas a torto e a direito contra o acampamento dos grevistas e usando e abusando o gás de pimenta e das balas de borracha. O resultado de tanta violência foi professor com fratura exposta no pé, outro com orelha quase decepada, além de muitos feridos e presos. Sem contar que a normalidade democrática foi brutalmente afrontada, já que a sede de um poder constituído e todas as ruas do entorno foram cercadas por grades e pelo Batalhão de Choque da PM.
Em síntese, no Rio de Sérgio Cabral e Eduardo Paes, professor é tratado como bandido e as regras democráticas são violadas como se vivêssemos numa ditadura. A CUT-RJ exige a apuração desses episódios lamentáveis e a punição de todos os culpados. A central, conforme já anunciou em nota divulgada neste domingo, não hesitará em acionar a Secretaria Nacional de Direitos Humanos, o Ministério da Justiça e o Ministério Público com este objetivo.
A CUT-RJ segue cobrando ainda a retirada da urgência na votação do Plano de Carreira e a retomada das negociações com a categoria. Também manifesta, mais uma vez, todo o apoio à greve dos profissionais da educação e repudia veementemente a violência do estado contra uma categoria profissional em luta.
Renam Brandao
1 de out (2 dias atrás)
para aenacionalGrupoPEDptlargodomacha.PED1a
Companheirada, peço que ajudem a divulgar esse texto. No Facebook compartilhem: https://www.facebook.com/renam.pt/posts/479993355442160
Sobre a violência contra os professores tenho lido notas de personalidades petistas que são corretas, mas insuficientes. A situação é grave e já passou da hora de acabar com uma certa complacência.
Chega de malabarismos retóricos que escondem a vergonhosa composição do nosso partido com o PMDB no RJ. Os eventos ocorridos contra os PROFESSORES, pelos quais Prefeito e Governador são responsáveis, têm um nome: COVARDIA!
O Partido dos Trabalhadores tem que fazer mais, lamentar a ação policial é insuficiente, porque o PT está aliado e compondo com os governos que orientam e comandam essa polícia. Chega de hipocrisia!!
Temos que superar com firmeza essa contradição. Um comanda a polícia e ou outro, orquestrado com o primeiro, é um tirano dos professores e dos cidadãos da cidade, pois atropela a democracia e os acordos com os movimentos. Não há outra saída: precisamos romper IMEDIATAMENTE com os governos Cabral e Paes!
Não existe chance de pactuar, nosso lugar é na oposição e a tarefa da militância petista democrática é construir esse posicionamento, JÁ!
O PT precisa orientar sua militância para não dar trégua à política autoritária desses governos, cujos responsáveis, não custa dizer novamente, têm nome e sobrenome: Eduardo Paes e Sergio Cabral.
É chegada a hora, vamos construir #UmNovoTempo
IDEOLOGIA: Eu quero uma para viver
Basta de Cabral/Paes e PMDB



               A Vertente Sindical Petista, Corrente Interna do PT/RJ, vem de público declarar seu apoio incondicional à Nota da Executiva Estadual do PT e a do seu Presidente em repúdio a truculência e barbárie novamente cometidas pelo Governo Cabral e Paes. Diante da avaliação corretíssima de nosso Presidente e nossa Direção, volta a pergunta que não quer calar: O que faz o PT nestes Governos? Política não é, por que o PT que nós criamos jamais seria conivente com a tortura, barbárie e mortes nebulosas, fatos que são a cara do Governo Cabral e Paes.
               Será que a este preço vale a pena manter a aliança com o PMDB para reeleger a Dilma? Este preço nós da Vertente não estamos a fim de pagar, sinceramente. Por isso exigimos a imediata entrega de todos os cargos Petistas nestes Governos.
               Engolir esse sapão só por causa de Eleição nunca foi a pratica Petista. Queremos Eleições e alianças a base de Programas, Projetos e principalmente de Ideologia.
               Fora Fascismo, fora barbárie, fora truculência, fora tortura!
               Portanto, Fora Cabral, fora Paes, fora PMDB!
               Viva o Socialismo!

domingo, 7 de julho de 2013

O CABRAL CHAMA ISSO DE HOSPITAL

MANIFESTO RETOMAR O JEITO DE SER PT

Retomar o       PT Retomar o       PT
Reunidos em 04 de maio de 2013 no Sindicato dos humanos, transporte público, educação, saúde, cultura, política de habitação e de saneamento, da capacitação Médicos do Rio de Janeiro, militantes do PT do interior e e valorização de servidores públicos.da região metropolitana, lideranças de movimentos sociais populares, dirigentes e parlamentares, Está claro para nós que o PMDB ainda vai fazer muito afirmaram o lançamento de uma alternativa para o PT- mais do que já fez para enfraquecer o PT e nosso RJ no Processo de Eleições Diretas (PED) em 2013 e projeto de candidatura própria.  Podem chegar ao para a construção partidária nos próximos anos. extremo da exoneração dos petistas que participam da Move-nos retomar PT como instrumento de gestão do governo estadual, experiência amargamente organização dos trabalhadores e trabalhadoras do país vivida por nós no passado recente.  Para que o partido sob orientação estratégica de construção do não se arrisque a cair nessa armadilha e crie condições socialismo. Nesta perspectiva somos críticos àqueles para sua independência política, é necessário que o PT que se acomodaram com os cargos nos governos, com prepare a saída coletiva dos cargos que ocupa no a reprodução de mandatos e com a administração governo Cabral.  Qualquer atitude isolada, seja com pretensamente mais humana do capitalismo. resistências para ficar ou com a saída do governo, não contribui para a promoção de um fato político positivo.  É fundamental que o PT retome sua participação nas Reconhecendo os limites do nosso sistema político, tal lutas sociais, como a expressão da responsabilidade de medida irá tirar pescoços das guilhotinas da chantagem um partido forte, democrático e independente, capaz de do governador Sergio Cabral, que vem condicionando o atacar problemas estruturais como a Reforma Política, apoio à reeleição da presidente Dilma à exigência de as Reformas Agrária e Urbana, a Democratização do que o PT não tenha candidato no Rio de Janeiro.Estado, do Poder Judiciário, dos Meios de Comunicação, a Universalização da Educação e da Nosso movimento representa um esforço militante Saúde Públicas de qualidade, assim como, dar daqueles e daquelas que, há muito, estão preocupados continuidade ao enfrentamento ao capital financeiro. Do com a degeneração política do PT-RJ. Um PT que ponto de vista eleitoral, para avançarmos na necessária privilegia ocupação de cargos em detrimento de disputa política de projeto para o nosso estado e para o posições programáticas como foi o caso das OS´s. Brasil, a opção correta nas eleições de 2014 é o PT ter Defendemos que o PT retome a sua trajetória original, candidatura própria para o governo do Rio de Janeiro e para que ele volte a ser alternativa ideológica e eleitoral a reeleição da presidente Dilma.  Aceitar chantagens do da esquerda e da população fluminense. Saudamos os PMDB fluminense não fortalece o nosso projeto diversos setores e tendências, companheiros e nacional. companheiras, que hoje cerram fileiras pela pré candidatura Lindbergh Farias.O Rio de Janeiro que é um dos estados mais importante da federação, uma referência internacional do ponto de Iniciamos esse movimento que já dá os primeiros vista cultural, econômico, social, eleitoral merece uma passos retomando as melhores tradições democráticas alternativa que efetivamente combata as persistentes do petismo. E por tudo isso convidamos todas e todos desigualdades entre um Rio rico e um Rio pobre. filiados a se incorporarem ao nosso movimento e Marcado por desigualdade social e territorial, o estado participar da construção de alternativa política e requer um desenvolvimento sustentável, socialmente ideológica que não está sujeita a avaliações ditadas de justo, ambientalmente responsável, com transparência cima para baixo, as quais pouco consideram as e o controle social do orçamento e das políticas avaliações da militância que vive efetivamente o estado. públicas. Para isto é necessário planejamento e Compreendemos que o projeto nacional se constrói projetos que resultem na promoção de geração de com a base e com um partido forte nas regiões. Por isso empregos de qualidade e distribuição de renda, vamos retomar o PT para a militância e o socialismo. igualdade de direitos, segurança pública, direitos

Quero meu PT de volta


QUERO MEU PT DE VOLTA!

A Vertente Sindical Petista, corrente interna do PT/RJ, ver tornar Público o seu Repudio pelo tratamento dispensado pela Polícia do Cabral/Paes na Passeata do Movimento Passe Livre (MPL), de ontem 20/06, nos fez lembrar os mais obscuros tempos da Ditadura/64 na sua forma de reprimir as manifestações das ruas.
Foi um verdadeiro massacre que os componentes do MPL sofreram nas ruas, nos bares, nas casas e até nos hospitais, ou qualquer lugar onde tentaram se proteger dos Meganhas do Cabral/Paes algo realmente assustador. Basta recorrer as redes sociais, pois o maior grupo de comunicação do Brasil filmou todo o Ato do alto dos prédios e de helicópteros.
Baseado no exposto acima, nos dirigimos respeitosamente ao Diretório Regional do PT/RJ para fazermos as seguintes solicitações:
1)  Reunião extraordinária emergencial para deliberar a saída imediata do Governo Cabral/Paes com a entrega total de todos os cargos.
2)  Se o lançamento feito pelo DR da Pré-candidatura do Senador é pra valer, solicitamos :
a)  Que o Senador venha a público prestar solidariedade ao MPL e repudiar a prática grotesca da Polícia do Cabral
b)  Nota Pública na grande imprensa assinada pelo DR e o Senador publicitando ruptura Política com o PMDB/RJ devido a sua prática com os movimentos organizados.
Acreditamos que somente desta maneira o PT/RJ reafirmará a sua Candidatura Própria ao Governo e começará a ganhar de novo a credibilidade da população do Rio de Janeiro.
                        
Vertente Sindical Petista

Retomar o jeito de ser PT

terça-feira, 7 de maio de 2013