terça-feira, 17 de novembro de 2015
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
quarta-feira, 25 de março de 2015
A IDEOLOGIA DOS COXINHAS
É COM ESTE PARTIDO QUE OS COXINHAS PRETENDEM GOVERNAR
O BRASIL?
EU ACHO QUE VAI TER QUE MELHORAR MUITO!
EU ACHO MELHOR FAZEREM UM ESTÁGIO NO PT, PARA SABER
COMO SE GOVERNA, SEM HOMOFOBIA RESPEITANDO TODA A SOCIEDADE.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
AOS CANALHAS QUE QUEREM DESTRUIR A PETROBRAS
AOS CANALHAS QUE QUEREM DESTRUIR A PETROBRAS
O
jornalista Mauro Santayanna, um dos mais experientes do País, publicou um
importante artigo sobre a campanha de desmoralização da Petrobras; "É
preciso tomar cuidado com a desconstrução artificial, rasteira, e odiosa, da
Petrobras e com a especulação com suas potenciais perdas no âmbito da
corrupção, especulação esta que não é apenas econômica, mas também
política", alerta; "A Petrobras não é apenas uma empresa. Ela é uma
Nação. Um conceito. Uma bandeira. E por isso, seu valor é tão grande,
incomensurável, insubstituível", afirma; "Esta é a crença que
impulsiona os que a defendem. E, sem dúvida alguma, também, a abjeta motivação
que está por trás dos canalhas que pretendem destruí-la"; leia a íntegra
de um texto antológico
3 DE
FEVEREIRO DE 2015 ÀS 08:00
Por Mauro Santayanna
O adiamento do balanço da
Petrobras do terceiro trimestre do ano passado foi um equívoco estratégico da
direção da companhia, cada vez mais vulnerável à pressão que vem recebendo de
todos os lados, que deveria, desde o início do processo, ter afirmado que só
faria a baixa contábil dos eventuais prejuízos com a corrupção, depois que eles
tivessem, um a um, sua apuração concluída, com o avanço das investigações.
A divulgação do balanço há poucos
dias, sem números que não deveriam ter sido prometidos, levou a nova queda no
preço das ações.
E, naturalmente, a novas
reações iradas e estapafúrdias, com mais especulação sobre qual seria o valor —
subjetivo, sujeito a flutuação, como o de toda empresa de capital aberto
presente em bolsa — da Petrobras, e o aumento dos ataques por parte dos que
pretendem aproveitar o que está ocorrendo para destruir a empresa — incluindo
hienas de outros países, vide as últimas idiotices do Financial Times –
que adorariam estraçalhar e dividir, entre baba e dentes, os eventuais despojos
de uma das maiores empresas petrolíferas do mundo.
O que importa mais na
Petrobras?
O valor das ações, espremido
também por uma campanha que vai muito além da intenção de sanear a empresa e
combater eventuais casos de corrupção e que inclui de apelos, nas redes
sociais, para que consumidores deixem de abastecer seus carros nos postos BR; à
aberta torcida para que “ela quebre, para acabar com o governo”; ou para que
seja privatizada, de preferência, com a entrega de seu controle para
estrangeiros, para que se possa — como afirmou um internauta — “pagar um real
por litro de gasolina, como nos EUA”?
Para quem investe em bolsa, o
valor da Petrobras se mede em dólares, ou em reais, pela cotação do momento, e
muitos especuladores estão fazendo fortunas, dentro e fora do Brasil, da noite
para o dia, com a flutuação dos títulos derivada, também, da campanha
antinacional em curso, refletida no clima de “terrorismo” e no desejo de “jogar
gasolina na fogueira”, que tomou conta dos espaços mais conservadores — para
não dizer golpistas, fascistas, até mesmo por conivência — da internet.
Para os patriotas, e ainda os
há, graças a Deus, o que importa mais, na Petrobras, é seu valor intrínseco,
simbólico, permanente, e intangível, e o seu papel estratégico para o
desenvolvimento e o fortalecimento do Brasil.
Quanto vale a luta, a coragem,
a determinação, daqueles que, em nossa geração, foram para as ruas e para a
prisão, e apanharam de cassetete e bombas de gás, para exigir a criação de uma
empresa nacional voltada para a exploração de uma das maiores riquezas
econômicas e estratégicas da época, em um momento em que todos diziam que não
havia petróleo no Brasil, e que, se houvesse, não teríamos, atrasados e
subdesenvolvidos que “somos”, condições técnicas de explorá-lo?
Quanto vale a formação, ao
longo de décadas, de uma equipe de 86.000 funcionários, trabalhadores, técnicos
e engenheiros, em um dos segmentos mais complexos da atuação humana?
Quanto vale a luta, o trabalho,
a coragem, a determinação daqueles, que, não tendo achado petróleo em grande
quantidade em terra, foram buscá-lo no mar, batendo sucessivos recordes de
poços mais profundos do planeta; criaram soluções, “know-how”, conhecimento;
transformaram a Petrobras na primeira referência no campo da exploração de
petróleo a centenas, milhares de metros de profundidade; a dezenas, centenas de
quilômetros da costa; e na mais premiada empresa da história da OTC – Offshore
Technology Conferences, o “Oscar” tecnológico da exploração de petróleo em alto
mar, que se realiza a cada dois anos, na cidade de Houston, no Texas, nos
Estados Unidos?
Quanto vale a luta, a coragem,
a determinação, daqueles que, ao longo da história da maior empresa brasileira
— condição que ultrapassa em muito, seu eventual valor de “mercado” —
enfrentaram todas as ameaças à sua desnacionalização, incluindo a ignominiosa
tentativa de alterar seu nome, retirando-lhe a condição de brasileira,
mudando-o para “Petrobrax”, durante a tragédia privatista e “entreguista” dos
anos 1990?
Quanto vale uma companhia
presente em 17 países, que provou o seu valor, na descoberta e exploração de
óleo e gás, dos campos do Oriente Médio ao Mar Cáspio, da costa africana às
águas norte-americanas do Golfo do México?
Quanto vale uma empresa que
reuniu à sua volta, no Brasil, uma das maiores estruturas do mundo em Pesquisa
e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro, trazendo para cá os principais
laboratórios, fora de seus países de origem, de algumas das mais avançadas
empresas do planeta?
Por que enquanto virou moda —
nas redes sociais e fora da internet — mostrar desprezo, ódio e descrédito pela
Petrobras, as mais importantes empresas mundiais de tecnologia seguem
acreditando nela, e querem desenvolver e desbravar, junto com a maior empresa
brasileira, as novas fronteiras da tecnologia de exploração de óleo e gás em
águas profundas?
Por que em novembro de 2014, há
apenas pouco mais de três meses, portanto, a General Electric inaugurou, no Rio
de Janeiro, com um investimento de 1 bilhão de reais, o seu Centro Global de
Inovação, junto a outras empresas que já trouxeram seus principais laboratórios
para perto da Petrobras, como a BG, a Schlumberger, a Halliburton, a FMC,
aSiemens, a Baker Hughes, a Tenaris Confab, a EMC2 a V&M e a Statoil?
Quanto vale o fato de a
Petrobras ser a maior empresa da América Latina, e a de maior lucro em 2013 —
mais de 10 bilhões de dólares — enquanto a PEMEX mexicana, por exemplo, teve um
prejuízo de mais de 12 bilhões de dólares no mesmo período?
Quanto vale o fato de a
Petrobras ter ultrapassado, no terceiro trimestre de 2014, a EXXON
norte-americana como a maior produtora de petróleo do mundo, entre as maiores
companhias petrolíferas mundiais de capital aberto?
É preciso tomar cuidado com a
desconstrução artificial, rasteira, e odiosa, da Petrobras e com a especulação
com suas potenciais perdas no âmbito da corrupção, especulação esta que não é
apenas econômica, mas também política.
A PETROBRAS teve um faturamento
de 305 bilhões de reais em 2013, investe mais de 100 bilhões de reais por ano,
opera uma frota de 326 navios, tem 35.000 quilômetros de dutos, mais de 17
bilhões de barris em reservas, 15 refinarias e 134 plataformas de produção de
gás e de petróleo.
É óbvio que uma empresa de
energia com essa dimensão e complexidade, que, além dessas áreas, atua também
com termoeletricidade, biodiesel, fertilizantes e etanol, só poderia lançar em
balanço eventuais prejuízos com o desvio de recursos por corrupção, à medida
que esses desvios ou prejuízos fossem “quantificados” sem sombra de dúvida,
para depois ser — como diz o “mercado” — “precificados”, um por um, e não por
atacado, com números aleatórios, multiplicados até quase o infinito, como tem
ocorrido até agora.
As cifras estratosféricas (de
10 a dezenas de bilhões de reais), que contrastam com o dinheiro efetivamente
descoberto e desviado para o exterior até agora, e enchem a boca de
“analistas”, ao falar dos prejuízos, sem citar fatos ou documentos que as
justifiquem, lembram o caso do “Mensalão”.
Naquela época, adversários dos
envolvidos cansaram-se de repetir, na imprensa e fora dela, ao longo de meses a
fio, tratar-se a denúncia de Roberto Jefferson, depois de ter um apaniguado
filmado roubando nos Correios, de o “maior escândalo da história da República”,
bordão esse que voltou a ser utilizado maciçamente, agora, no caso da
Petrobras.
Em dezembro de 2014, um estudo
feito pelo instituto Avante Brasil, que, com certeza não defende a “situação”,
levantou os 31 maiores escândalos de corrupção dos últimos 20 anos.
Nesse estudo, o “mensalão” — o
nacional, não o “mineiro” — acabou ficando em décimo-oitavo lugar no ranking,
tendo envolvido menos da metade dos recursos do “trensalão” tucano de São Paulo
e uma parcela duzentas menor que a cifra relacionada ao escândalo do Banestado,
ocorrido durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso, que, em primeiríssimo
lugar, envolveu, segundo o levantamento, em valores atualizados,
aproximadamente 60 bilhões de reais.
E ninguém, absolutamente ninguém,
que dizia ser o mensalão o maior dos escândalos da história do Brasil, tomou a
iniciativa de tocar, sequer, no tema — apesar do “doleiro” do caso Petrobras,
Alberto Youssef, ser o mesmo do caso Banestado — até agora.
Os problemas derivados da queda
da cotação do preço internacional do petróleo não são de responsabilidade da
Petrobras e afetam igualmente suas principais concorrentes.
Eles advém da decisão tomada
pela Arábia Saudita de tentar quebrar a indústria de extração de óleo de xisto
nos Estados Unidos, aumentando a oferta saudita e diminuindo a cotação do
produto no mercado global.
Como o petróleo extraído pela
Petrobras destina-se à produção de combustíveis para o próprio mercado
brasileiro, que deve aumentar com a entrada em produção de novas refinarias,
como a Abreu e Lima; ou para a “troca” por petróleo de outra graduação, com
outros países, a empresa deverá ser menos prejudicada por esse processo.
A produção de petróleo da
companhia está aumentando, e também as descobertas, que já somam várias depois
da eclosão do escândalo.
E, mesmo que houvesse prejuízo
— e não há — na extração de petróleo do pré-sal, que já passa de 500.000 barris
por dia, ainda assim valeria a pena para o país, pelo efeito multiplicador das
atividades da empresa, que garante, com a política de conteúdo nacional mínimo,
milhares de empregos qualificados na construção naval, na indústria de
equipamentos, na siderurgia, na metalurgia, na tecnologia.
A Petrobras foi, é e será, com
todos os seus problemas, um instrumento de fundamental importância estratégica
para o desenvolvimento nacional, e especialmente para os estados onde tem maior
atuação, como é o caso do Rio de Janeiro.
Em vez de acabar com ela, como
muitos gostariam, o que o Brasil precisaria é ter duas, três, quatro, cinco
Petrobras.
É necessário punir os ladrões
que a assaltaram?
Ninguém duvida disso.
Mas é preciso lembrar, também,
uma verdade cristalina.
A Petrobras não é apenas uma
empresa.
Ela é uma Nação.
Um conceito.
Uma bandeira.
E por isso, seu valor é tão grande,
incomensurável, insubstituível.
Esta é a crença que impulsiona
os que a defendem.
E, sem dúvida alguma, também, a
abjeta motivação que está por trás dos canalhas que pretendem destruí-la.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
O LAVA JATO DO PSDB
Tá ficando feia a coisa pro lado dos coxinhas. Estou
aguardando ansioso como vai ser o final de tudo isso.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
GOVERNO DILMA X PT
GOVERNO DILMA X PT
REFLEXÕES PARA TENTAR SOLUCIONAR
Companheiros,
Passado a ressaca de reeleição da Dilma, criou-se em nós petistas uma imensa
expectativa sobre o perfil do novo governo, pois como se sabe a vitória se deu
devido ao forte engajamento no 2º turno da Militância Petista, pois na primeira
pesquisa após o 1º turno o coxinha tinha 51% e a Dilma 49%. Após um forte
chamamento partidário feito principalmente pelo Gilberto Carvalho, através de
encontro com os Sindicatos e outros Movimentos Sociais, conseguimos a virada,
pois os tais Partidos Aliados sumiram das atividades no 2º turno. Após este
fato nós petistas entendíamos que a Dilma chamaria os grandes responsáveis pela
sua vitória no 2º turno, para discutir a formação do Governo. Não distribuindo
cargos, mas definindo a política para o novo mandato. Porém a Dilma fez o
contrário de Julio Cesar, ofereceu banana aos vencedores, montando o seu
governo na área econômica com expoentes dos Tucanos, os grandes perdedores,
cuja a lógica, é arrochar os trabalhadores alterando o Auxílio Desemprego, a
Pensão Pós Morte e outros ganhos trabalhistas para compensar os déficit da
economia. Cadê a taxação das grandes fortunas e latifúndios? A cobrança das
dívidas trabalhistas e fiscais das grandes empresas, a Reforma Agrária, o fim
do Fator Previdenciário e etc... Quer dizer que os trabalhadores podem ficar
mais pobres e os patrões não? Cadê a punição das grandes empreiteiras da
Petrobrás, já devolveram o dinheiro?
Após
estas constatações cabe a nós petistas que ganhamos a eleição organizarmos um
movimento para defendermos o Governo que nós legitimamente elegemos, para isto
apresentamos algumas ideias para reflexão:
1- Encontros municipais, estaduais e nacionais para avaliação
do perfil do Governo Dilma;
2- Reagrupamento de todas as correntes do PT para
organizarmos um movimento em defesa do nosso governo;
3- Abertura imediata de canais de comunicação direta com o
Governo sem a presença de intermediários;
4- Plenária Nacional para definirmos o nosso Projeto
Partidário para 2016-2018 definindo inclusive uma política de aliança;
5- Posicionamento em relação do Governo Dilma que hoje tem na
sua composição desde Jader Barbalho(Ministério da Pesca) a Bispo
Macedo(Ministério dos Esportes). A luz destes fatos definir uma política de
aliança neste Governo que não descaracterize os princípios de nosso partido.
Lamentamos chegar a esta situação porém não fomos nós que a criamos, assim
compete a nós petistas que temos responsabilidades partidárias, repararmos este
fato urgentemente, antes que maiores estragos aconteçam.
Colocamo-nos desde já à disposição dos companheiros,
Vertente Sindical Petista
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