segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

CORRUPÇÃO X EXECUÇÃO.
O NOVO MODELO DE GOVERNO PARA O BRASIL



Primeiro foram os 48 depósitos em dinheiro vivo. Depois apareceram os R$ 7 milhões na conta do motorista. Era difícil imaginar outra notícia capaz de piorar a situação de Flávio Bolsonaro. Aí veio a Operação Os Intocáveis.
Como deputado estadual, Flávio propôs uma moção de louvor ao miliciano por sua “dedicação, brilhantismo e galhardia”. “É com sentimento de orgulho e satisfação que presto esta homenagem”, escreveu. Dois anos depois, ele premiou o ex-PM com a Medalha Tiradentes, a maior honraria do Estado.

O reconhecimento não se limitou às palavras. O filho do presidente também empregou a mãe e a mulher do foragido em seu gabinete. As duas ficaram penduradas até dezembro.

A simpatia da família Bolsonaro pelas milícias já era conhecida. Pai e filho usaram seus mandatos para defender os grupos paramilitares. “Não se pode simplesmente estigmatizar as milícias”, discursou Flávio, em 2007. “Naquela região onde a milícia é paga, não tem violência”, elogiou Jair, em 2018.

É cada vez mais barulhento o silêncio de SERGIO MORO sobre as suspeitas que envolvem o filho do chefe.



Vertente Sindical Petista
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