CORRUPÇÃO X EXECUÇÃO.
O NOVO MODELO DE GOVERNO PARA O BRASIL
Primeiro
foram os 48 depósitos em dinheiro vivo. Depois apareceram os R$ 7 milhões na
conta do motorista. Era difícil imaginar outra notícia capaz de piorar a
situação de Flávio Bolsonaro. Aí veio a Operação Os Intocáveis.
Como
deputado estadual, Flávio propôs uma moção de louvor ao miliciano por sua “dedicação,
brilhantismo e galhardia”. “É com sentimento de orgulho e satisfação que presto
esta homenagem”, escreveu. Dois anos depois, ele premiou o ex-PM com
a Medalha Tiradentes, a maior honraria do Estado.
O
reconhecimento não se limitou às palavras. O filho do presidente também
empregou a mãe e a mulher do foragido em seu gabinete. As duas ficaram
penduradas até dezembro.
A
simpatia da família Bolsonaro pelas milícias já era conhecida. Pai e filho
usaram seus mandatos para defender os grupos paramilitares. “Não se pode simplesmente
estigmatizar as milícias”, discursou Flávio, em 2007. “Naquela região
onde a milícia é paga, não tem violência”, elogiou Jair, em 2018.
É cada
vez mais barulhento o silêncio de SERGIO MORO sobre as suspeitas que envolvem o
filho do chefe.
Vertente
Sindical Petista
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